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  Regras para Insufilm

Entenda o que pode e o que não pode na hora de colocar insulfilm no carro

O insulfilm contribui para a retenção dos raios solares, para a privacidade e a segurança do condutor e passageiros, além de reduzir a temperatura interna e evitar que as lâminas de vidro se estilhacem em caso de quebras. Desde que surgiu, o insulfilm tornou-se popular e cada vez mais escuro.

Foram desenvolvidas películas com diversas porcentagens de visibilidade, que variam entre os discretos 95% de visibilidade e os mais opacos, com apenas 50 ou até 30%. Ao aplicar as películas, é preciso estar atento às regras estabelecidas pelo código de trânsito. Confira aqui o que pode e o que não pode para que a aplicação do insulfilm seja feita de forma correta.

Para cada vidro, uma porcentagem

Cada vidro do carro tem uma função. O vidro traseiro e o para-brisa são fundamentais na visibilidade do motorista, e, por isso, têm uma tolerância mais baixa em relação à opacidade do insulfilm. Os vidros laterais, por sua vez, podem ser mais escurecidos, mas ainda há um limite. As porcentagens são as seguintes:

-   70 a 100% de visibilidade nos vidros laterais dianteiros;
-   75 a 100% para o para brisa;
-   e entre 28 e 100% para os vidros laterais traseiros e vidro traseiro.

Além disso, as películas escurecedoras precisam exibir uma forma de carimbo, algo que identifique a porcentagem de transparência da película. O símbolo de conformidade e a marca do fabricante do vidro também precisam estar presentes.

Fonte: www.meuportoseguro.com.br








  Direção Elétrica diminui consumo de combustível

Motivo: não usa a força do motor do carro

A vantagem da direção elétrica é que ela não depende do funcionamento do motor do carro. Um motorzinho elétrico fixado junto à caixa de direção auxilia os braços da direção a ficarem mais leves. Diferentemente do sistema hidráulico, não há óleo no mecanismo. Também não há correias, mangueiras e polias e, por isso, os riscos de defeitos são menores.

O único problema é em caso de pane no sistema elétrico. Se isso acontecer, porém, a direção ficará pesada, mas não irá travar. O motorista seguirá com o controle do carro. Como não usa a força do motor, a direção hidráulica pode representar uma economia de combustível que pode chegar a 5%.

Eletrohidráulica

Há ainda carros com um sistema misto, chamado de eletrohidráulico. Neste caso, o volante fica leve graças ao óleo na caixa de direção, que é tocado por uma bomba. A diferença é que essa bomba é acionada por um motor elétrico e não pelo motor do carro. Isso também evita a perda de potência do carro e, por consequência, economia no consumo de combustível.

Fonte: Portal Terra








  Bomba de Combustível

O que é e qual sua função?

A função de uma bomba de combustível é deslocar o combustível que está no tanque para o sistema de alimentação do motor, suprindo, assim, todas as suas condições de trabalho como carga, rotação e temperatura.

Existem dois tipos de bombas: a mecânica, presente nos carros carburados movida por um eixo, e a elétrica, que equipa os veículos com injeção eletrônica e é acionada por um motor elétrico. Entre os modelos de bombas elétricas estão as do tipo interna e externa ao tanque. A primeira fica submersa e aspira o combustível do fundo do tanque, impulsionando-o através de um tudo de abastecimento aos bicos injetores. A segunda, do tipo externa, está fixada no chassi do veículo, próxima ao tanque ou ao motor, e suga o combustível por um tubo coletor dentro do tanque.

Alimentada pela tensão de bateria 12V, a bomba suga o combustível do tanque, que passa pelo seu pré-filtro e é empurrado ao motor através da linha de pressão de combustível. Nela temos outro que impede que as impurezas que passaram pela bomba sejam direcionadas aos injetores e ao motor. Por isso, a limpeza periódica do pré-filtro e a troca, conforme especificação do fabricante, do filtro de combustível são fundamentais para garantir uma maior vida útil e um bom funcionamento da bomba.

Sem Reparo

Os sintomas de avarias na bomba de combustível podem ser verificados nas seguintes situações: baixo desempenho e falhas do motor devido à pressão e/ou vazão insuficiente. Rodar com o carro constantemente na reserva também pode comprometer o bom funcionamento da bomba de combustível, pois é refrigerada pelo combustível.

A recomendação é que as substituições dos filtros sejam feitas a cada 15.000 km. Mas este prazo pode variar conforme o local onde o veículo transita. Em estradas de terra, o prazo de validade dos filtros pode reduzir consideravelmente.

Fonte: www.mmcofap.com.br / Foto:ClearMechanic.com








  Câmbio CVT, Automático ou Automatizado?

Explicamos a seguir cada tipo de transmissão

CVT

Em primeiro lugar, vamos falar sobre o câmbio CVT. Esse tipo de transmissão chegou com a promessa de reduzir em até 10% o consumo de combustível em relação à manual e 8% na comparação com a automática. O câmbio CVT (Continuously Variable Transmission) oferece relações de marcha continuamente variáveis, pois não possui engrenagens, apenas duas polias de diâmetro variável, unidas por uma correia metálica de alta resistência, que oferece uma aceleração contínua, sem trancos, ideal para carros com motorização de até 2.5 litros.

Manual

No caso da transmissão manual, ela funciona travando e destravando diferentes sequências de engrenagens dentro da caixa de mudanças e, para isso, conta com a embreagem. Atualmente, há câmbios manuais com seis marchas ou mais, projetados para ajudar na economia de combustível.

Automático

A transmissão automática possui o mesmo jogo de engrenagens utilizado na manual, porém concentrado em uma peça só. O conversor de torque faz a função da embreagem, então, se o motor girar mais lentamente, a quantidade de torque que passará pelo conversor será menor. Quando há aceleração, o motor bombeia mais fluido para dentro do conversor de torque, o que faz com que essa força seja transmitida às rodas. Esse tipo de transmissão pode ter até oito velocidades.

Automático Sequencial

Há, ainda, o câmbio automático sequencial, que oferece a opção de trocas manuais, porém na sequência. Tais trocas podem ser feitas tanto pelo câmbio quanto pelas borboletas no volante, muito utilizadas atualmente.

Automatizado

Por fim, vamos falar do câmbio automatizado, que muitas vezes é confundido com o automático, mas segue o mesmo funcionamento do manual. Ele recebe a ajuda de uma embreagem automática e da centralina, que trabalha o engate das marchas. Por isso, não há pedal de embreagem, mas, pelo fato de as respostas serem mais lentas, os trancos durante as trocas de marchas são mais sentidos.







  Tipos de Tração

O comportamento de qualquer carro está diretamente ligado à maneira como o torque do motor é transmitido às rodas

A Tração dianteira, por exemplo, é a mais utilizada em carros de passeio de pequeno e médio porte por favorecer o melhor aproveitamento do espaço interno, já que não há árvore de transmissão para o diferencial. Esta configuração está mais adaptada a uma disposição transversal do motor, tornado o conjunto bastante compacto. O curioso, é que durante muitos anos, o carro mais vendido do País adotava uma configuração longitudinal do motor, menos comum, sendo o único modelo compacto do mundo a utilizar essa disposição!

Já a Tração traseira é recomendada para motores de maior capacidade ou veículos de carga, onde o trem dianteiro teria dificuldade em digerir potências acima de 200 cv, afetando a dirigibilidade. Este conceito é bastante utilizado em modelos de alto luxo e esportivos, que desta forma garantem um excelente comportamento dinâmico determinado pela melhor distribuição do peso (motor dianteiro longitudinal e tração traseira).

A Tração 4x4, bastante difundida em veículos off-road, permite elevada capacidade de tracionamento nas quatro rodas. Através de um mecanismo conhecido como “roda livre” é possível determinar apenas tração traseira ou nas quatro rodas, de acordo com as condições do piso. Nos veículos mais modernos, esta alteração pode ser realizada através de um botão no painel, sob o comando do motorista, ou automaticamente, através de controle eletrônico. Este tipo de tração exige uma Caixa de redução e um diferencial central que permite a utilização de marchas reduzidas, necessárias em terrenos difíceis.

Diferentemente da Tração 4x4, o objetivo da Tração integral é a distribuição uniforme e permanente do Torque nas quatro rodas, favorecendo o comportamento dinâmico do veículo. Este Sistema é bastante difundido em Provas de Rallye onde a distribuição do Torque é normalmente de 40% na dianteira e 60% na traseira, passando a ser assimilado por alguns veículos de luxo e esportivos de primeira linha.

Fonte: autoservico.blogspot.com.br e www.flatout.com.br








  A importância do Alinhamento e Balanceamento

Fazer alinhamento e balanceamento de rodas é fundamental para garantir maior vida útil dos pneus e a segurança dos passageiros do veículo

O serviço de alinhamento consiste na correção dos ângulos na suspensão em pivôs e terminais de direção, o que permite o ajuste das rodas para que o pneu tenha o mínimo atrito possível com o solo e um rodar livre no eixo de rotação.

É recomendado testar o alinhamento de rodas a cada troca de pneus, quando apresentarem desgaste irregular na banda de rodagem ou desgaste prematuro, quando o veículo puxar a direção para um dos lados, e preventivamente a cada 10.000 km, por ocasião do rodízio que deve ser feito junto com o balanceamento. Desta forma, os pneus irão ter uma maior vida útil com maior quilometragem.

Já o balanceamento de rodas é a compensação feita para equilibrar o conjunto pneus e rodas com a aplicação de contrapesos de chumbo. O balanceamento deve ser feito toda vez que for desmontado o pneu da roda para concerto, na instalação de um pneu novo, no primeiro sinal de vibração no volante, quando haver desgaste irregular da banda de rodagem, e preventivamente a cada 10.000 km.

Fonte: AutoZ / Foto: www.meupneu.blogspot.com.br








  Correia Dentada ou Corrente de Comando?

Alguns fabricantes já estão usando outro dispositivo no lugar da correia


São as correntes de comando, que executam a mesma função, mas exigem manutenção diferente. Elas são, de fato, mais resistentes, chegando a durar cerca de 100 mil km. Entretanto, por serem novas e mais complexas, a troca costuma ser mais cara. Para que você não seja passado para trás, cuide de verificar no manual do seu carro qual dos dois tipos ele possui. Podemos citar alguns veículos que são feitos com a corrente de comando. São eles: Omega V6 3.6 (GM), Captiva (GM), todos os modelos atuais Honda, da Ford, Nissan (exceto o Livina 1.6) e Toyota.

Há uma diferença significativa no custo de manutenção entre as duas peças. Enquanto a correia pode ser substituída por R$ 400, em média, a reposição de uma corrente de comando chega a custar R$ 1 mil. Muita gente ainda faz confusão se seu carro tem a tradicional correia dentada ou a moderna corrente. Bem, como nenhuma das duas dá para identificar sem abrir o capô, a prática correta é buscar a informação certa com especialistas. Consulte o Lojão das Peças e tire suas dúvidas.

Fonte: www.videocarro.com.br







  Limpeza do Bico Injetor

O bico injetor é uma válvula que controla a quantidade de combustível que entra no motor para girá-lo

No caminho que o combustível percorre antes de chegar até o bico, existem 3 peças que fazem uma filtragem, são eles: Filtro da bomba, Filtro de combustível e Filtro interno do próprio bico injetor. Bom, mesmo assim,  o entupimento dos bicos injetores podem ocorrer quando o usuário coloca uma gasolina ou álcool de má qualidade. Daí fica difícil, é uma tarefa complicada, saber qual posto de combustível devo abastecer meu veículo, pois, qualquer um espera que os postos tenham um combustível de qualidade aceitável, não é mesmo?

Se algum bico injetor entupir, existem alguns sintomas, que são úteis para identificar o problema: Falha no motor; Perda de potência; Aumento de consumo; luz no painel.

Mas, não é só percebendo esses sinais que significa que os bicos estão entupidos, podem ser outras áreas do motor, que também resultam nesses sintomas. É necessário tirar um por um e testar em uma máquina própria para o serviço. Na máquina a quantidade de vazamento de combustível deve ser a mesma para todos os bicos, se um vazar menos, significa que está com problemas e deve ser trocado ou fazer uma limpeza CORRETIVA (que é diferente da preventiva mencionada no início do artigo). Mas, não são todas as fabricantes que aconselham, até mesmo essa limpeza, como a Honda, por exemplo.

Fonte: Mais Sobre Carros 








  Montadoras aceleram uso de autopeças nacionais

O dólar subiu e montadoras reduzem o quanto antes a exposição ao câmbio nas importações de peças

A Nissan pretende encurtar em um ano uma das primeiras metas colocadas à sua fábrica recém-inaugurada no sul do Rio de Janeiro: elevar para 80% o índice de nacionalização – ou seja, o uso de peças locais – dos carros produzidos no local. Quando abriu as portas do parque industrial numa cerimônia de inauguração realizada em abril, a empresa anunciou que o objetivo era alcançar a marca em três anos.

A Audi, do grupo Volkswagen, anunciou durante o salão que o sedã A3, primeiro carro a ser produzido na fábrica da marca no Paraná, será equipado com motores bicombustíveis da fábrica da Volks em São Carlos (SP). A meta da Audi é alcançar 40% de peças nacionais nos veículos montados no Brasil.

No evento, a Honda confirmou a produção de um utilitário esportivo compacto, o HR-V, na fábrica de Sumaré (SP) a partir do primeiro trimestre de 2015. “Com todos os tributos cobrados na importação, o carro se tornaria inviável se não fosse produzido no Brasil”, disse Issao Mizogushi, presidente da Honda na América do Sul. A expectativa da marca japonesa é fabricar 50 mil carros por ano do novo modelo, que vai disputar um segmento que segue em crescimento, mesmo diante da crise na indústria automobilística nacional. O HR-V, que no mercado japonês chama-se Vezel, soma-se a outros três modelos já produzidos em Sumaré: Civic, City e Fit. Seu preço não foi revelado ontem.

A General Motors, por sua vez, informou ontem que o projeto de ter um novo carro compacto popular para mercados emergentes segue em desenvolvimento. Mas, caso o plano receba sinal verde da matriz nos Estados Unidos, a decisão é produzir o veículo no Brasil. A informação, dada pelo presidente da montadora na América do Sul, Jaime Ardila, representa uma mudança em relação ao discurso de que o projeto vinha sendo disputado entre o Brasil e outros dois países. “É uma questão de produto e não de onde ele vai ser produzido”, disse Ardila durante conversa com jornalistas. “Não vemos um cenário em que esse carro não seja feito no Brasil se decidirmos produzi-lo”, afirmou. (VE)

Fonte: Abifa.org.br








  Brasil apresentará proposta de livre comércio automotivo ao governo argentino

Estratégia brasileira é aumentar o acesso a mercados neste momento de real desvalorizado

O Brasil apresentará ao novo governo argentino de Mauricio Macri, em reunião em Buenos Aires nesta quinta-feira (18) uma proposta de acordo de livre comércio no setor automotivo. "Caminhamos para o livre comércio no setor automotivo dentro do Mercosul. As condições estão dadas", disse ao jornal "O Estado de S. Paulo" o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro.

Um acordo liberando o comércio automotivo foi assinado no ano passado com o Uruguai. Monteiro aposta na postura mais liberal do novo governo argentino para costurar a proposta. O ministro avaliou que há espaço para que o comércio automotivo entre o Brasil e a Argentina possa se fortalecer, assim como em toda a região. Um acordo automotivo também foi assinado com a Colômbia em 2015. A estratégia brasileira é aumentar o acesso a mercados, principalmente neste momento em que a taxa de câmbio no Brasil está mais "amigável" para os produtos brasileiros.

Fonte: R7/Estadão; Foto: Reprodução/BBC








  Toyota compra o resto da Daihatsu

Objetivo é focar nos segmentos dos pequenos; compradora já tinha 51,2 % da menor

A Toyota confirmou nesta sexta-feira (29) que, até o dia 1° de agosto, vai comprar todas as ações que ainda não detinha da Daihatsu. Sendo assim, a primeira agora terá uma subsidiária especializada em Kei Cars, pequenos veículos famosos no Japão, com até 660 cc.

A transição totalizou R$ 12, 2 bilhões (US$ 3 bi) e a Toyota diz que pretende projetar a Daihatsu como uma marca global enquanto focam em mercados para carros compactos.

A Toyota já tinha 51,2% da Daihatsu, cuja marca tem forte presença no Japão. Contudo, espera-se que a compradora forneça tecnologia a sua nova subsidiária para que consiga expandir suas vendas.


Fonte: R7








  Honda lança Biz 110i por R$ 7.090

A Biz 110i será comercializada em versão única nas cores preta ou vermelha.

A Honda apresenta a Biz 110i que chega ao mercado este mês com preço sugerido de R$ 7.090. As novidades da opção de entrada da linha Biz são o motor com 110 cm³, novo design, painel e a garantia de três anos.

Fabricada em Manaus (AM), a Honda Biz 110i 2016 conta com novo painel de instrumentos com hodômetro e marcador de nível de combustível. O espaço sob o assento está maior para guardar o capacete e outros objetos. A Biz 110i ainda conta com a transmissão semiautomática e rotativa de quatro marchas, que não necessita do acionamento da embreagem.

O motor é o monocilíndrico OHC (Over Head Camshaft), quatro tempos, com 109,1 cm³ de capacidade, arrefecimento a ar, e injeção eletrônica PGM-FI (Programmed Fuel Injection). O propulsor rende potência máxima é de 8,3 cv a 7.250 rpm e torque de 0.89 kgf.m a 5.500 rpm. O sistema de partida do motor é elétrico e garante mais praticidade ao motociclista.

De acordo com a Honda a suspensão da Honda Biz 110i absorve com facilidade os desníveis e prioriza a pilotagem. Utiliza garfo telescópico dianteiro com curso de 100mm e duplo amortecimento traseiro com 86mm de curso. O sistema de freios é a tambor, com 130 mm de diâmetro na frente e 110 mm atrás, resultando em frenagens eficientes com total segurança. Mais uma novidade no modelo é a adoção de novo catalizador para o sistema de escape, responsável por amenizar os níveis de emissão de poluentes. A Biz 110i será comercializada em versão única nas cores preta ou vermelha.

Crédito: R7; Fotos: Honda/Divulgação








  Volks chama 2.414 Jetta e Fusca por risco de falha nas frenagens

Motoristas poderão detectar a falha caso a luz de advertência do motor acenderá no painel de instrumentos.

A Volkswagen do Brasil anunciou, nesta terça-feira (17), um recall envolvendo 2.414 unidades dos modelos Jetta Highline 2.0 TSI e Fusca, ano-modelo 2015 e 2016 -- fabricação de 14 de novembro de 2014 a 12 de setembro de 2015, devido à possibilidade de quebra do eixo comando de válvulas do motor.

Segundo a fabricante, a ruptura de uma das extremidades do eixo, responsável também por acionar a bomba de vácuo do sistema auxiliar de freio, pode provocar esvaziamento do reservatório de vácuo e inesperado aumento do espaço de frenagem. Em casos extremos, há riscos de danos graves e até fatais aos ocupantes e/ou terceiros.

Motoristas poderão detectar a falha caso a luz de advertência do motor acenderá no painel de instrumentos. O chamado envolve unidades com os seguintes intervalos (não sequenciais) de chassis:

Fusca: de FM633860 até GM608153
Jetta Highline 2.0 TSI: de FM016817 até GM012303

Ainda de acordo com a montadora, a "solução definitiva se encontra em desenvolvimento", mas os proprietários já estão convocados a contatar "imediatamente" uma concessionária para inspeção e reparo emergenciais. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 0800 019 5775, ou pelo site www.vw.com.br.

Fonte: UOL








  Os 5 melhores e 5 piores carros do Latin NCAP vendidos no Brasil

Regras vão endurecer em 2016; veja o que muda

ATUALIZAÇÃO: o cálculo atualizado do último teste, de acordo com as pontuações do Latin NCAP, coloca Honda Fit e City como quarto e quinto colocados na lista dos mais seguros, em substituição a Ford Focus e Volkswagen up!. Informação já corrigida no texto. Em cinco anos de existência, o Latin NCAP (programa de segurança veicular para América Latina e Caribe) realizou mais de 50 testes com automóveis vendidos em diferentes países de sua circunscrição. Boa parte deles, obviamente, é comercializada no Brasil, o maior mercado consumidor latino-americano. A lista, com respectivos preços iniciais e notas aplicadas pelo instituto em segurança para adultos e crianças (em testes frontais a 64 km/h):

Volkswagen Golf (R$ 76.790) - 5 estrelas (16,56) e 5 estrelas (44,3)
Honda HR-V (R$ 73.700) - 5 estrelas (16,70) e 5 estrelas (43,30)
Jeep Renegade (R$ 68.900) - 5 estrelas (16,12) e 5 estrelas (43,54)
Honda City (R$ 55.300) - 5 estrelas (16,08) e 4 estrelas (41,81)
Honda Fit (R$ 52.700) - 5 estrelas (16,26) e 4 estrelas (39,48)

Repare que, dentre os mencionados em testes do Latin NCAP, compactos e modelos mais acessíveis e/ou de entrada continuam a ser os mais frágeis em proteção, algo confirmado pela dos cinco modelos menos seguros -- exceção feita ao Volkswagen up! e suas cinco estrelas (proteção para adultos). Vale lembrar que o ranking só leva em conta carros que continuam a ser oferecidos na gama de produtos novos das fabricantes. A boa notícia é que, com a obrigatoriedade de airbags frontais e freios ABS (antitravamento), não existe mais automóvel zero-estrela vendido aqui, de acordo com o Latin NCAP. Confira:

JAC J3 (R$ 39.590) - 1 estrela (3,50) e 2 estrelas (13,03)
Nissan March (R$ 37.290) - 2 estrelas (7,62) e 1 estrelas (9,58)
Volkswagen Gol (R$ 31.590) - 3 estrelas (10,01) e 2 estrelas (21,16)
Chevrolet Onix (R$ 38.390) - 3 estrelas (10,67) e 2 estrelas (20,14)
Citroën C3 (R$ 44.990) - 4 estrelas (11,19) e 2 estrelas (22,67)

Fonte: UOL








  Honda chama 14 mil Fit por falha eletrônica e 4 mil HR-V por rodas frouxas

Segundo a empresa, devem comparecer imediatamente a uma concessionária para a atualização do software...

A Honda anunciou nesta tarde de terça-feira (15) recall da nova geração do Fit, já modelo 2015. Todas as unidades com o problema (são 13.965 no total, fabricadas entre 27/01/2014 e 22/04/2015) são equipadas com câmbio CVT. Segundo a empresa, devem comparecer imediatamente a uma concessionária para a atualização do software da Unidade de Controle Eletrônica (ECU).

Fit 2015 CVT -- 93HGK582000310FZ a 93HGK582586860FZ (não sequencial)

De acordo com a marca, devido a uma falha no software responsável por controlar o sistema de transmissão, pode ocorrer a quebra do eixo da polia motora, fato que interrompe a tração do veiculo. A situação pode ser ocasionar colisões.

Fonte: Uol; Crédito: Divulgação.








  Os carros mais roubados do Brasil

Índice calculado pela Susep é referente a 2014

Dentre os 50 carros mais vendidos do Brasil, o Volkswagen Voyage foi o mais visado por ladrões em 2014 de acordo com o Índice de Veículos Roubados (IV-R), divulgado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep). No ano passado, foram roubados ou furtados 2.053 veículos, de um total de 119.428,94 carros do modelo que têm seguro no país, ou o equivalente a um índice de 1,719%.

O índice é obtido a partir da divisão do número de sinistros (que é a soma entre os casos de roubos e furtos) pelo número de veículos segurados de cada modelo. Os dados são coletados a partir de apólices ativas e de dados informados pelas seguradoras à Susep. Veículos com índices de roubo elevado geralmente têm seguros mais caros. "Apesar de outros fatores terem peso no preço da proteção, como perfil do motorista e custo de conserto, o índice de roubo e furto do veículo é responsável por 50% do custo do seguro", diz Marcelo Blay, diretor da Minuto Seguros, site comparador de preços da proteção.

No entanto, o índice de roubo de cada modelo pode variar em cada estado e até entre os bairros de uma mesma cidade. "Ou seja, os índices de modelos mais roubados servem apenas como referência ao consumidor na hora da compra", diz Blay.

Fonte: Exame








  Honda convoca o maior recall da história da marca no país

É o terceiro recall anunciado em menos de três meses...

A Honda está convocando 477.580 proprietários de modelos Fit, City, Civic e CR-V para substituição gratuita do insuflador do airbag do motorista. Trata-se do maior recall da marca no Brasil e o terceiro anunciado em menos de três meses. Segundo a montadora, caso não seja trocado, a estrutura do insuflador poderá romper durante o acionamento do airbag, provocando a projeção de fragmentos metálicos no interior do automóvel, o que poderá causar lesões graves ou até mesmo fatais. O modelo com maior número de recall desta vez é o Civic, para o qual estão sendo convocados 219.013 proprietários de carros fabricados de 2007 a 2011. Em seguida, aparece o Fit, com chamado para 123.322 unidades produzidas entre 2010 e 2012.

Para o City, o recall envolve 75.508 modelos 2007 a 2011. Já do CR-V, estão sendo chamados 59.737 donos de unidades fabricadas entre 2009 e 2012. O agendamento da troca deve ser feito pelo telefone 0800-701-3432 ou pelo site www.honda.com.br/recall/autos. A Honda explicou que o novo recall é uma extensão do convocado em 1º de junho, também para substituição gratuita do insuflador do airbag do motorista e do passageiro.

Naquele mês, o chamado envolveu 290.361 modelos Fit, Civic e CR-V fabricados entre 2004 e 2009. Menos de um mês antes, em 12 de maio, a montadora japonesa tinha convocado 423.217 donos de modelos Fit, City, Civic e CR-V para consertar defeito no sensor que mede o combustível no tanque, até então, o maior recall da marca no País.

Fonte: Exame








  Toyota revela novo Fortuner, nosso Hilux SW4, que chega em 2016

O novo SW4 ganhou desenho mais moderno e se descolou totalmente...

Após diversos flagras e teasers, a Toyota revelou nesta quinta-feira (16) a nova geração do SUV Fortuner, modelo asiático que corresponde ao Hilux SW4 vendido no Brasil e na América do Sul.

Mostrado simultaneamente na Austrália, Tailândia (seus maiores mercados globais e países no qual o carro foi desenvolvido) e no Oriente Médio, o utilitário está previsto para nestes países em novembro.

Assim como ocorre com a nova Hilux, ainda não há previsão oficial para a chegada dos modelos ao Brasil, mas espera-se por novidades em meados de 2016.


Fonte: UOL; Crédito: Divulgação.








  Fiat já testa aspirante a carro mais barato do país, que chega em 2016

Novo subcompacto da Fiat já roda em teste pelo Brasil

Fiat trabalha de forma discreta, já há alguns anos, no substituto do Palio Fire, atualmente o carro mais barato produzido no Brasil. Ele será um subcompacto do tamanho de um Volkswagen up! (3,61 metros de comprimento) e tem como meta, pelo menos, repetir o sucesso de seu antecessor, utilizando para isso o argumento de ter o menor preço do mercado nacional.

Seu projeto é conhecido internamente em Betim (MG), cidade onde fica localizada a sede da Fiat no país, pelo número 344, mas possui outras variações, como X3C e X1H, conforme já divulgado pelo site do segredeiro especialista Marlos Ney Vidal, a quem agradecemos pelas imagens que ilustram esta reportagem.

O novo Fiat deveria chegar este ano, mas "atrasou": estreia só em 2016 por conta do ritmo lento do mercado. Ele vai utilizar a mesma plataforma do Uno, mas com algumas adaptações, e será o responsável por estrear uma nova linha de motores da marca: haverá um três-cilindros 1.0 de seis válvulas (duas por cilindro, visando maior economia de combustível) e mais de 80 cv para as versões mais básicas; e também o moderno 0.9 MultiAir (derivado do propulsor bastante premiado pela imprensa na Europa), com dois cilindros, turbo, injeção direta e oito válvulas (quatro por cilindro), possivelmente já adaptado para ser bicombustível.

Fonte: UOL








  Audi TT clubsport turbo concept é mostrado

Modelo TT clubsport turbo concept entrega 592 cavalos de potência e 66,3 mkgf de torque

A Audi exibiu nesta sexta-feira (8) uma de suas atrações para o Worthersee, tradicional evento de carros modificados pelas marcas do Grupo Volkswagen, realizado anualmente na Áustria.

Trata-se do TT clubsport turbo concept, que traz como grande atração o sistema de turbocompressão elétrica.

Com o dispositivo instalado e trabalhando em parceria com o motor 2.5 TFSI de cinco cilindros, o TT clubsport turbo concept entrega 592 cavalos de potência e 66,3 mkgf de torque. Desse modo, o modelo acelera de 0 a 100 km/h em 3,6 segundos, chegando à velocidade máxima de 310 km/h.

Outras características do protótipo são: transmissão manual de seis marchas, tração integral quattro, rodas de liga-leve de 20 polegadas com freios de cerâmica, aerofólio traseiro ajustável, gaiola feita em titânio de alta resistência, cintos de segurança de quatro pontos, detalhes em fibra de carbono e revestimento em couro Alcantara.

Fonte: Exame; Crédito: Audi.








  Range Rover Evoque e Sport podem chegar mais baratos ao Brasil com produção mexicana

A produção no México poderia beneficiar as vendas do Evoque em outros 40 países com os quais o país tem acordos de comércio, especialmente o Brasil.

De acordo com a Bloomberg, a Land Rover estaria considerando construir uma fábrica no México para atingir o mercado norte-americano. O investimento seria de US$ 500 milhões e poderia até contemplar a produção de carros da Jaguar. No entanto, o foco seria os modelos Range Rover Sport e Evoque, que estão apresentando bons números nos EUA e assim são considerados os candidatos mais prováveis a sair de uma planta mexicana.

A empresa já estudou duas áreas no país vizinho, inclusive uma de propriedade da controladora indiana Tata Motors, mas os custos menores na terra dos Astecas são bem atraentes. Além disso, a produção no México poderia beneficiar as vendas do Evoque em outros 40 países com os quais o país tem acordos de comércio, especialmente o Brasil.

Fonte: Bloomberg/Notícias Automotivas; Crédito: Divulgação.








  KTM inicia vendas no Brasil da 1190 Adventure

Modelo aventureiro conta com motor da superesportiva RC8, de 150 cv

A KTM deu início às importações da maxitrail 1190 Adventure. O modelo chega ao Brasil por R$ 79 mil e nas cores laranja e cinza. A motocicleta aventureira traz um motor bicilíndrico montado em “V” com 1.195 cm³ de deslocamento – o mesmo usado na superesportiva RC8 –, mas com ajuste para prover um bom torque em giros médios. Ele é capaz de produzir 150 cv a 9.500 rpm e 12,5 kgfm de torque a 7.500 giros.

A KTM 1190 Adventure ainda vem com freios a disco Brembo com pinças radiais de 4 pistões na roda dianteira e com duplo pistão na roda traseira. Contribuem ainda para a segurança a tecnologia dos freios combinados, com modos de regulagem eletrônica e com atuação otimizada em curvas. No cockpit ressaltam o painel de LCD e o switch, que permitem ao piloto configurar toda a tecnologia eletrônica da motocicleta. No painel é possível controlar o MTC – Motorcycle Traction Control – e os quatro modos de condução: Ride Sport, Street, Rain e Off-Road.

Fonte: UOL








  Seu próximo carro pode lhe vigiar enquanto você dirige

A ideia é que, futuramente, carros tenham esse tipo de sensor embutido em seus painéis.

Uma empresa chamada Seeing Machines trabalha em uma tecnologia que vigia motoristas enquanto eles dirigem. O sensor é chamado FOVIO. O sensor será exibido durante a feira de tecnologia CES, que acontece nesta semana, em um Jaguar F-Type.


O sensor, que deve ficar no painel do carro, é capaz de analisar o comportamento e a face do motorista usando uma câmera infravermelho. Caso seja detectado que o motorista está cansado ou distraído o sensor emite um alerta. A empresa trabalha com marcas como a General Motors e a Volvo. A ideia é que, futuramente, carros tenham esse tipo de sensor embutido em seus painéis.


Fonte: Exame; Crédito: Divulgação/Seeing Machines









  Google revela primeiro protótipo funcional de carro autônomo

Google revelou nesta segunda-feira (22) o primeiro protótipo funcional de seu carro com condução autônoma.

Em maio deste ano, a empresa havia revelado uma versão prévia do veículo, com sensores de ambiente expostos e adesivos no lugar de faróis. A nova versão corrige o veículo nesses dois pontos, além de ter uma cor diferente da primeira que foi revelada. As câmeras do sistema LIDAR, que reconhecem as ruas, pedestres e veículos, ganharam uma espécie de redoma de proteção. Além disso, há alguns refinamentos de design, como bordas curvas.

O carro será testado pelo Google nas ruas da Califórnia em 2015. Não há volante no protótipo, mas serão colocados controles manuais para que funcionários da empresa dirijam o veículo nessa fase de "testes e aprendizado". O Google testa o seu carro autônomo em um cenário virtual da Califórnia antes que o automóvel chegue às ruas de verdade. De certa forma, é como se o veículo estivesse em uma espécie de “Matrix”. Outra iniciativa da companhia no segmento automotivo foi o Android Auto, um sistema voltado para veículos que foi anunciado neste ano durante a conferência Google I/O.

Fonte: Exame; Foto: Divulgação.








  Jaguar cria tecnologia de pilares transparentes para carros

O caminho seria exibido ao motorista não em um mapa, mas sim como a projeção de outro carro no vidro que faria o caminho até o destino final

A Jaguar Land Rover trabalha em uma tecnologia para acabar com pontos cegos de um carro. A ideia é projetar no interior do automóvel a imagem do exterior. Com isso, os pilares de sustentação do teto seriam “transparentes”. O objetivo é reduzir a possibilidade de acidentes envolvendo pedestres, ciclistas e motociclistas que estejam em pontos cegos.


Outra tecnologia que a empresa mostrou e que visa diminuir acidentes é o “Siga-me”. Ele auxiliaria na navegação em cidades e ambientes movimentados. O caminho seria exibido ao motorista não em um mapa, mas sim como a projeção de outro carro no vidro que faria o caminho até o destino final. O conceito usa a tecnologia de HUD (Head-Up Display, ou display com cabeça erguida, em português).


Fonte: Exame; Foto: Divulgação/Jaguar Land Rover.








  A moto elétrica mais veloz do mundo pode atingir 350 km/h

A motocicleta ainda está em pré-venda nos Estados Unidos. O preço inicial dela é de 38.888 dólares.

A separação entre veículos elétricos e veículos poderosos e velozes já caiu por terra. Mais uma prova disso é a LS-218, a motocicleta elétrica mais veloz que existe. Ela é fabricada pela Lightning Motorcycle. A LS-218 tem 200 cavalos de força e é capaz de atingir 350 km/h. O motor pode chegar a até 10.500 rotações por minuto.

A LS-218 tem três opções de bateria. A versão mais básica tem autonomia entre 160 e 195 km. Já a versão mais parruda tem autonomia entre 250 km e 290 km. O tempo de carga necessária para a bateria é de cerca de 30 minutos em uma carregador rápido ou 120 minutos em um carregador tradicional. A motocicleta ainda está em pré-venda nos Estados Unidos. O preço inicial dela é de 38.888 dólares.

Fonte: Exame; Crédito: Divulgação/Lightning Motorcycle








  Ford convoca recall do novo Ka um mês após fabricação

O recall visa a substituição do cilindro de ignição, cilindro da fechadura da porta do motorista e chaves principal e reserva dos veículos modelo 2015

A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), órgão ligado ao Ministério da Justiça, informou que a Ford está fazendo, a partir desta quinta-feira, 25, recall do novo Ka, fabricado entre 6 e 14 de agosto deste ano para substituição do cilindro de ignição, cilindro da fechadura da porta do motorista e chaves principal e reserva dos veículos modelo 2015.

De acordo com a empresa, a campanha abrange 219 veículos colocados com numeração de chassi, não sequencial, compreendida entre os intervalos F8121717 a F8128826. Em relação aos riscos à saúde e à segurança, a empresa informou que o problema na ignição pode fazer com que, sob determinadas condições de rodagem, a chave gire da posição ligado para acessório. Ou seja, o defeito pode causar "desligamento involuntário do motor". "Isso pode impedir o correto funcionamento do sistema de freios, da direção com assistência elétrica e dos air bags, com risco de acidentes fatais ou graves e possíveis danos físicos aos ocupantes do veículo e a terceiros", informou a empresa.

O Código de Defesa do Consumidor determina que o fornecedor repare ou troque o produto defeituoso a qualquer momento e de forma gratuita. Se houver dificuldade, a recomendação é procurar um dos órgãos de proteção e defesa do consumidor.

Fonte: Exame








  Ford S-MAX é lançado oficialmente

Veículo fará sua primeira aparição pública no Salão de Paris e será oferecido nas versões diesel e a gasolina

A Ford apresentou oficialmente a segunda geração do modelo S-MAX. O veículo fará sua primeira aparição pública no Salão de Paris, em outubro. Motrado como conceito no Salão de Genebra de 2013, o veículo de sete lugares possui muito do estilo do Focus e do Fiesta. Algumas mudanças são bem notáveis em relação a primeira geração, entre elas a nova grade cromada do radiador e os faróis esculpidos. Baseado na mais recente versão do Ford Mondeo, o novo S-MAX vem com algumas novas funcionalidades práticas como assentos dobráveis na segunda e terceira fileira.

A Ford também equipou o veículo com novos airbags laterais na parte de trás, uma coluna de direção ajustada eletronicamente, com bancos aquecidos e resfriados e um massageador nos assentos da frente. Os detalhes sobre os motores ainda não estão confirmados, mas deverá ser oferecido um motor 2.0 TDCi de 118 cv, diesel, acoplado a uma caixa de seis velocidades manual. As versões de 148 cv e 177 cv estarão disponíveis com uma caixa manual de seis velocidades ou uma transmissão automática de dupla embreagem.

A versão a gasolina terá o novo propulsor EcoBoost de 1.5, com 158 cv. E também a versão EcoBoost de 2.0, com 237 cv. É esperado que seja oferecido uma tração nas quatro rodas pela primeira vez. O novo S-MAX poderá ser visto durante o Salão de Paris. E as vendas começarão no início de 2015, custando cerca de US$ 24.000.

Fonte: Exame








  Os carros que brilharam no Salão de Pequim

Com o retorno do Escort e um SUV compacto da Hyundai, Salão de Pequim projeta o que pode vir para o Brasil nos próximos anos

Com diversas novidades para o mercado brasileiro, encerrou-se nesta semana o Salão do Automóvel de Pequim. Entre os conceitos e os modelos de produção, destacaram-se diversos modelos que projetam o que pode surgir no Brasil nos próximos anos.

O grande destaque foi o retorno do Escort, da Ford, mas agora em uma versão sedã. O modelo, que fez bastante sucesso nos anos 80 e 90, foi recriado pela montadora para o mercado chinês, mas com promessas de retornar para o país.

Outra novidade é da Hyundai, com o ix25 sua aposta para a categoria de SUVs compactos. O modelo deverá desfilar no Brasil ainda neste ano, no Salão de São Paulo.

Fonte: Exame








  Nissan lança segundo veículo elétrico e expande emissão zero

Companhia persiste com a tecnologia apesar da aceitação mercado menor do que o esperado desde que lançou seu primeiro carro elétrico há mais de 3 anos

A montadora japonesa Nissan disse que está lançando seu segundo veículo totalmente elétrico neste mês, persistindo com a tecnologia apesar da aceitação mercado menor do que o esperado desde que lançou seu primeiro carro elétrico há mais de 3 anos. O novo veículo, uma van comercial chamada e-NV200, começará a ser vendida na Europa neste mês e no Japão, em outubro, disse a segunda maior montadora de caros do Japão nesta segunda-feira.

Este é o segundo de quatro veículos de emissão zero que a Nissan planeja lançar até março de 2017, disse o vice-presidente de planejamento Andy Palmer, recusando-se porém a revelar uma meta de vendas para o e-NV200. Embora as vendas do Leaf, o carro compacto elétrico que a Nissan lançou em dezembro de 2010, tenham crescido gradualmente no último ano fiscal as vendas do Leaf subiram 70 por cento, para 52 mil veículos o automóvel ainda precisa deslanchar da maneira que o presidente-executivo, Carlos Ghosn, previu.

Embora Ghosn tenha definido uma meta de vendas de 1,5 milhão de veículos elétricos até o final de março de 2017 para a Nissan e a aliada francesa Renault, os consumidores têm sido dissuadidos em parte pela autonomia e a relativa escassez de estações de carregamento. Desde então, ele adiou o prazo da meta em dois a três anos. Até o final de março, as duas companhias até agora venderam um décimo desta meta, totalizando 150 mil veículos elétricos, com o Life respondendo pela maior parte disso.

O e-NV200 foi projetado para ter autonomia de cerca de 190 quilômetros com uma carga de bateria, com base nos padrões japoneses. Na França, o preço de tabela do veículo é 20.610 euros (28.100 dólares), caindo para 14.310 euros com subsídio do governo. No Japão, o veículo começa em cerca de 3,9 milhões de ienes (38.100 dólares), excluindo subsídios.

Fonte: Exame








  Lexus desenvolve inédito SUV de sete lugares

Chegará ao mercado em 2017.

Divisão de veículos de luxo da Toyota, a Lexus é outra marca que não esconde os planos de apostar pesado no segmento de utilitários nos próximos anos. Em entrevista concedida nesta semana à agência de notícias Automotive News, Jeff Bracken, CEO da empresa, revelou que o portfólio da marca passará a contar com um SUV topo de gama nos próximos anos. O executivo não quis entrar em detalhes, mas adiantou que o modelo terá acabamento requintado e espaço de sobra para até sete ocupantes.

Segundo Bracken, clientes têm buscado um utilitário luxuoso com espaço farto para a família, mas não se sentem completamente atraídos pelo nem GX nem pelo LX, que têm construção robusta e apelo visual pouco expressivo. A expectativa é que o futuro modelo tenha aspecto mais urbano, com características de crossover e não necessariamente de SUV. O executivo aposta alto e diz que será possível vender tranquilamente 35 mil unidades por ano a partir de 2017.

Fonte: Uol; Crédito: Divulgação.








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  Conheça os vilões da bateria de seu carro

Cuidados com a bateria garantem vida útil longa

A bateria é um acumulador elétrico que armazena energia na forma química e posteriormente a converte em corrente elétrica para atender as necessidades de funcionamento do veículo. Esse componente é constituído de placas de chumbo (positivas e negativas), separadores e solução de ácido sulfúrico (eletrólito) que ficam acomodados dentro de uma caixa plástica com separações internas. A transferência de energia para o veículo é efetuada através dos cabos conectados nos seus pólos (positivo e negativo).

A principal função da bateria é fornecer a energia necessária para partida do motor do veículo, além de alimentar todo o seu sistema elétrico quando o motor não estiver em funcionamento. Também auxilia o alternador por tempo determinado se por algum motivo ele não conseguir fornecer a totalidade da corrente elétrica necessária. Adicionalmente, estabiliza a tensão do sistema elétrico como um todo.

Existem baterias de várias tecnologias. As mais modernas são as seladas ou livres de manutenção e com adição de liga de prata. Atualmente, toda a bateria automotiva no mercado brasileiro contém eletrólito (solução de ácido sulfúrico e água) seja ela selada ou convencional (com rolhas). Independentemente da tecnologia utilizada (selada ou não selada) todas produzem gases quando em utilização.

As baterias seladas têm um respiro, por onde escapam os gases. Se os gases fossem retidos dentro dela, com o tempo, o aumento de pressão faria a bateria explodir. O termo selada é utilizado de forma exagerada uma vez que nenhuma bateria é completamente fechada porque possui respiro. Os modelos de livre de manutenção estão relacionados com os materiais que são utilizados em sua fabricação e não se a bateria é selada ou com rolhas. Entende-se como bateria livre de manutenção aquela que é construída com uma liga que produz baixa liberação de gases, seguindo as normas do BCI (Battery Council Internacional). Portanto, bateria livre de manutenção não precisa ser selada.

Também existem várias tecnologias que utilizam prata como elemento de liga para fabricação de baterias. No Brasil, existem modelos com grades fundidas e outras com grades expandidas. As baterias com grades expandidas (de última geração) são mais duráveis e com maior desempenho. No Brasil, há fabricantes que produzem baterias com liga de prata com grades expandidas. O funcionamento de uma bateria é resultado da reação eletroquímica de três componentes: placa positiva (contém dióxido de chumbo (Pb02), placa negativa (contém chumbo puro esponjoso Pb) e ácido sulfúrico que fornece íons de hidrogênio e sulfato (H2S04).








  Quais as funções de um pneu?

Confira a importância do pneu de seu veículo

O pneu, produto de alta tecnologia, constitui o único ponto de união entre o veículo e o solo. A área de contacto corresponde, para cada roda, a uma superfície equivalente à de um cartão postal. O pneu, com poucos cm2 de contacto com o solo, deve cumprir com um elevado número de missões, muitas das quais contraditórias.

Suportar todo peso do veículo quando está parado e também resisitir às sobrecargas dinâmicas produzidas em aceleração e travagem.
Transmitir a potência útil do motor, os esforços em curva, na aceleração e na travagem.
Rodar regularmente, de forma mais segura e por mais tempo, com o maior prazer de condução.
Guiar o veículo com precisão, em qualquer tipo de solo e condição climatérica.

 








  MOTO: Novas leis do Contran

Confira as principais alterações impostas pela resolução 219:

Baú
De acordo com o texto da resolução 219 do Contran, de 11 de janeiro de 2007, os acessórios para o transporte de cargas em motocicleta poderão ser de dois tipos: aberto (grelha) ou fechado (baú). Vale lembrar que a fixação de adesivos reflexivos em toda a área do baú passa a ser obrigatória. Outro ponto de destaque diz respeito às dimensões do baú. Neste caso, a resolução estabelece o seguinte:

- Largura máxima do baú deverá ser de 60 cm
- Comprimento máximo limitado à extremidade traseira do veículo
- Altura máxima não poderá exceder 70 cm

Colete
Com a nova medida, o uso do colete passa a ser obrigatório para todo motociclista que utilize sua motocicleta para o transporte remunerado de carga. Seguindo as exigências do novo texto, o equipamento deverá possuir faixas retrorefletivas dispostas verticalmente, de forma que a visualização fique facilitada à noite e em momentos de baixa luz.

Capacete
Segundo a resolução 219, passa a ser obrigatório o uso de adesivo reflexivo no casco do capacete. O texto estabelece ainda as dimensões e localização exata para a utilização dentro da norma estabelecida pela nova lei. Neste caso, o objetivo é fazer com que o motociclista seja notado com maior facilidade pelos motoristas de outros veículos.

Placa vermelha
A partir de agora, toda motocicleta utilizada para o transporte remunerado de carga deverá rodar com a placa vermelha. Esta regra vale para a maioria das cidades, onde já exista legislação de trânsito específica para motofretes, como São Paulo. Vale lembrar que a data limite para a instalação da placa vermelha fica estabelecida pelo dia do licenciamento do veículo.













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